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Banda Larga em todo o Brasil

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Banda Larga custará R$ 30,00, diz Ministro...

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o presidente da Telefônica, Antônio Carlos Valente, e o diretor do NIC Brasil, Demi Getschko, reuniram-se hoje durante a Campus Party para debater os “Desafios do crescimento, da tecnologia e da comunicação no Brasil”.

O primeiro a falar sobre o assunto foi o ministro Paulo Bernardo. Para ele, o crescimento do uso da internet no país nos últimos anos é reflexo do crescimento da economia e, principalmente, da classe média. "Nos próximos anos vai continuar havendo um fortalecimento desse processo, principalmente, nas regiões mais pobres do Brasil”, apontou ele.

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Inclusão Digital: Um dos Desafios do governo Dilma

domingo, 2 de janeiro de 2011

Presidente eleita prometeu levar banda larga a 75% das casas do país.

O número de pessoas que acessaram a internet no Brasil aumentou em 12 milhões em um ano. Foram 67,9 milhões de brasileiros de 10 anos ou mais que declararam ter usado o recurso em 2009, crescimento de 21,5% em relação ao ano anterior.

Apesar dos avanços, não são poucos os obstáculos no país à inclusão digital, como as desigualdades regionais no acesso e o alto preço da banda larga no país – tarefas pendentes para a gestão da nova presidente, Dilma Rousseff (PT).

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Anatel define agenda para chegada da 4ª geração de telefonia móvel

domingo, 8 de agosto de 2010

Cronograma que prevê as mudanças na destinação da faixa de 2,5 GHz.
A ideia é que em 2013 país ofereça tecnologia de 4ª geração.

A diretoria da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou na quinta-feira (5/08) o cronograma que prevê as mudanças na destinação da faixa de 2,5 GHz em benefício das operadoras de celular.
Atualmente, a frequência vinha sendo utilizada por prestadoras de TV por assinatura que usam a tecnologia de transmissão sem fio (MMDs), e passará a ser utilizada pelas grandes operadoras de telefonia móvel para a prestação do serviço de quarta geração de telefonia móvel. O 4G pode ser considerado uma evolução dos padrões de telefonia e as tecnologias que são mais exploradas na indústria são WiMax e LTE (Long Term Evolution).
No entanto, a diretoria da agência sinalizou que, até a conclusão das mudanças, serão feitas as certificações de equipamentos WiMax. Essa certificação é considerada a grande barreira para oferta de multisserviços por essas empresas com conexão à internet.
As empresas de TV por assinatura detém 190 MHz de banda e passarão, até meados de 2013, a ocupar pelo menos 50MHz, com possibilidade de estender em mais 10 MHz.

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Google lança site para projeto experimental de internet ultrarrápida

terça-feira, 13 de julho de 2010

'Google Fiber' prevê oferecer velocidade de 1 gbps para 500 mil americanos.
Cerca de 1.100 comunidades e 200 mil pessoas têm interesse em participar.

Site do projeto 'Google Fiber for Communities'.
(Foto: Reprodução)
O Google lançou nesta terça-feira (13) um site especial para o seu projeto de construção experimental de uma rede de banda larga de altíssima velocidade, anunciado em fevereiro. Desde então, a companhia já recebeu cerca de 1.100 pedidos de comunidades, além de outros 200 mil de pessoas físicas, interessadas em participar da experiência que prevê oferecer internet com velocidade de 1 gigabit por segundo para até 500 mil norte-americanos, a preços competitivos.
“Ao longo desse processo, uma mensagem se torna alta e clara: as pessoas estão sedentas por acesso à internet melhor e mais rápido”, escreveu a gerente de produto Minnie Ingersoll, no blog oficial da companhia.

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Governo quer dobrar acessos a internet com banda larga até 2014

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Telebrás será gestora e empresas privadas também atuarão.
Objetivo é alcançar 40 milhões de domicílios até 2014.

O governo informou que pretende dobrar a quantidade de domicílios com acesso a internet em banda larga até 2014, fazendo com que 39,8 milhões de residências possam usar o serviço.
No Plano Nacional de Banda Larga há dois preços: R$ 35 para o plano comum, com velocidade entre 512 e 784 kbps (quilobits por segundo) e R$ 15 para o plano com incentivos, com velocidade de até 512 kbps e com limitação de downloads.
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"O papel da Telebrás não é substituir ou limitar a iniciativa privada. Vai atuar no atacado para que empresas privadas pequenas e grandes possam participar levando o serviço ao consumidor final"

--Ministra Erenice Guerra





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Governo prepara plano nacional para banda larga

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

O Plano Nacional de Banda Larga, que está prestes a ser anunciado pelo governo federal, deverá incentivar os pequenos e médios empreendedores da internet, uma forma de fazer com que o acesso chegue a localidades onde as operadoras não têm interesse comercial.
A justificativa do governo é a de que a banda larga ajuda a promover o desenvolvimento econômico regional. Cálculos do Banco Mundial indicam que a cada 10% de aumento de penetração da banda larga, o PIB do país pode crescer 1,38%. Até 2018, a Anatel prevê 160 milhões de conexões à internet (fixas e móveis), dez vezes mais do que o total de hoje.


Além de estímulos específicos a esses pequenos empresários, que ainda não foram definidos, o governo pretende transformar a banda larga em serviço de valor agregado.
Se isso ocorrer, as empresas de internet não vão mais recolher ICMS, imposto estadual que pode chegar a 35%, e passarão a pagar ISS, imposto municipal de até 5%.
O governo estuda neste momento o impacto que a medida pode causar na arrecadação dos Estados. A proposta encontra resistência porque há unidades da federação em que o setor de telecomunicações participa com até 12% da arrecadação, segundo dados da Telebrasil (Associação Brasileira de Telecomunicações).
A ideia da desoneração da banda larga surgiu há dois meses na Secretaria Estratégica da Presidência da República. "Precisamos estimular a inclusão digital", diz Daniel Vargas, ministro da Secretaria.
Vargas afirma que a proposta não será transformada em lei porque não é esse o papel da secretaria. "Só apresentamos projetos e diretrizes ao presidente", diz. Segundo Vargas, o assunto deve ser discutido com urgência até o final de 2009. Já estão envolvidos nesse debate três ministérios: das Comunicações, da Cultura e da Ciência e Tecnologia. "O desenvolvimento econômico de áreas remotas está ligado à presença das operadoras nesses locais. E hoje elas não estão", diz Vargas.
Sem interesse comercial
Embora sejam obrigadas a levar a infraestrutura de acesso à internet a todos os municípios do país, as teles só têm interesse em fazer negócios com 62% dessas localidades.
"Apesar de o investimento para uma companhia desse porte ser pequeno em cidades menores, os custos operacionais são proporcionalmente enormes. Elas levariam muito mais tempo para amortizar o investimento em lugares com menos demanda", diz Jefferson Sedlacek, sócio da i+, provedora de Manaus (AM).
É por isso que o governo quer estimular os pequenos empreendedores. Há sete anos, os acessos realizados por clientes dessas empresas não representavam 0,5% do total do país. Hoje já são 2,2%.
Em Macapá (PA), a TV Som está investindo US$ 250 mil na compra de equipamentos e foi buscar o "link" de uma grande operadora em Marabá (PA). A procura aumentou tanto que, em dois anos, ela já contrata 25 megabytes de banda para espalhar o sinal em sua região por ondas de rádio.

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